Eletrodos instalados em uma espécie de capacete flexível detectam os sinais elétricos do cérebro e os transformam em ações físicas, como mover o cursor na tela do computador. Entre os alvos dessas novas tecnologias estão pessoas que sofrem de esclerose amiotrófica lateral, vítimas de derrames ou de danos na medula espinhal.
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Interface cérebro-Twitter permite twitar usando o pensamento
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